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Mercado Empreendedor

Retratos de Família

Leia a nova edição da pesquisa que traça um panorama das práticas de governança e perspectivas das empresas familiares brasileiras.

5 de dezembro de 2018
chamada

A terceira edição do estudo Retratos de Família - Um panorama das práticas de governança e perspectivas das empresas familiares brasileiras, que acaba de ser lançado, mostra que as empresas familiares estão focadas na perpetuidade do negócio, buscam crescer de maneira sustentável e formar sucessores familiares.

Cada vez mais, as empresas familiares enxergam valor na governança corporativa e se mostram confiantes em relação ao futuro, investindo no negócio, expandindo-se geograficamente e contratando mais profissionais.

O ACI Institute Brasil e o Board Leadership Center, da KPMG, em conjunto com a Fundação Dom Cabral, consolidaram neste estudo informações precisas e atualizadas a partir da análise de 217 empresas familiares que compartilharam suas práticas de governança, seus anseios, expectativas e planos.

Esta edição apresenta um exame dos dados desde 2016, traça tendências e explora ainda mais o histórico e o impacto dos acontecimentos políticos e econômicos do Brasil. Também faz contrapontos com a edição europeia da pesquisa, que está em sua sexta edição: “European Family Business Barometer - Confidence in Unity”.

Das empresas pesquisadas, 18% têm até 20 anos de existência, 40% têm entre 21 e 40 anos, 28% entre 41 e 70 anos e 14% mais de 70 anos.

A lucratividade das empresas familiares respondentes foi mais um dos itens que cresceu, nos últimos seis meses, comparada à edição anterior, o que é um indicador de cenário mais favorável.

A tomada de decisões rápida e flexível (54%), marca forte ou presença de mercado (42%) e atendimento ao cliente (40%) continuam sendo os pontos fortes das empresas familiares que participaram da pesquisa.

As informações mostram o segmento confiante para os próximos anos e cada vez mais atento às boas práticas de governança corporativa (85%), a harmonia e comunicação entre as gerações da família (85%), ao nível de preparação e capacidade demonstrado pelos sucessores (82%) e à comunicação com a família sobre a situação do negócio, incluindo os problemas e as decisões (74%).

Assuntos como diversidade no Conselho e na gestão eram considerados “muito importantes” apenas para 19% dos participantes, em 2017. Neste ano, passaram para 59%, seguindo a tendência de discussão do tema de uma forma geral em todas as empresas.

Apesar de não ser obrigatório para as empresas familiares que não são abertas ou reguladas, muitas já possuem estruturas de Conselho de Administração ou Conselho Consultivo.

Na perspectiva dos family business, nota-se a preocupação das empresas familiares em gerar valor perene para suas futuras gerações, mas mantendo o seu controle.

Clique aqui, para acessar o material em pdf.

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