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Advisory

Prevenção de crises

Estudo da KPMG traz dados sobre a prevenção e gestão de crises nas empresas.

15 de janeiro de 2019
Gestao de crise

O estudo Prevenção e Gestão de Crises no Mundo Corporativo, realizado pela KPMG em parceria com a BITES Consultoria, apresenta um panorama sobre o tema a partir de entrevistas com 100 executivos de empresas nacionais e multinacionais que operam no Brasil. Participaram tanto companhias com menos de mil funcionários (47%) como as que têm mais de 10 mil colaboradores (12%).

O objetivo do estudo é avaliar o preparo das organizações quanto à prevenção de crises e disseminar o gerenciamento de crise nos processos corporativos.

Além dos executivos entrevistados, o escopo de análise também conta com dados de 50 casos de conhecimento público de oito setores: Tecnologia, Mídia e Telecomunicações; Agronegócio; Consumo e Varejo; Serviços Financeiros; Mercados Industriais; Energia; Healthcare & Life Sciences; e Governo e Infraestrutura.

De acordo com a análise, 45% das empresas afirmaram não ter uma política de gerenciamento de crises estruturada, ao passo que 41% relataram ter enfrentado de duas a quatro crises nos últimos anos.

Com o estudo, é possível conhecer os principais gatilhos das crises em cada época por meio de uma linha do tempo. Nos últimos anos por exemplo, o setor de Consumo e Varejo foi identificado como o mais vulnerável, e os principais gatilhos para crise foram: recall, corrupção, fraude, denúncias de trabalho escravo, acusações (em mídias sociais) de má conduta de funcionários e negligências, entre outras.

O estudo apresenta, ainda, recomendações para gerenciar crises e indicação dos principais responsáveis pelo serviço. A área de Governança Corporativa foi indicada como responsável por 31% dos gerenciamentos de crise, e a área de Gestão de Risco é a segunda mais citada para cuidar da questão, representando 24% das respostas.

Para ler o estudo na íntegra, clique aqui.

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