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Mercado Empreendedor

Governança corporativa em evolução

Estudo apresenta os avanços das boas práticas nas companhias brasileiras.

21 de janeiro de 2019
Governança

As empresas têm apresentado sensíveis melhorias em suas práticas de governança. Essa evolução é monitorada ano a ano pelo ACI Institute, que acaba de lançar, em parceria com o KPMG Board Leadership Center, a 13ª edição do estudo A Governança Corporativa e o Mercado de Capitais.

O estudo tem o objetivo de avaliar as práticas de governança nas empresas abertas brasileiras. “O cenário nacional, impulsionado por tendências globais, pode se transformar em um ambiente propício para o aumento das regulações referentes às boas práticas de governança”, afirma Sidney Ito, CEO do ACI Institute e sócio-líder de Consultoria em Riscos e Governança Corporativa da KPMG no Brasil e na América do Sul.

A publicação apresenta um panorama sobre a governança de 229 empresas, com base nos dados divulgados em seus formulários de referência. Integram a amostra todas as companhias listadas nos segmentos diferenciados de governança da B3 (antiga BM&FBovespa) – Novo Mercado, N1 e N2 – e 50 do segmento Básico com as ações mais negociadas na bolsa.

O estudo destaca, entre outros aspectos, os avanços no percentual de empresas que avaliam o desempenho de seu Conselho de Administração. Em 2011, esse índice era de 13%, alcançando 31% em 2018. Também cresceu o número de companhias que possuem Comitês de Auditoria, de Remuneração e de Riscos, como mostra o gráfico a seguir.

O ano de 2018 foi o período em que mais empresas (82%) divulgaram a existência de uma auditoria interna, porcentagem bastante relevante quando se considera que essa não é uma informação obrigatória nos formulários de referência.

O levantamento também aponta uma evolução no número de empresas que divulgam um Código de Ética ou de Conduta. “Cem por cento das empresas dos níveis diferenciados de governança afirmaram seguir um código de ética ou de conduta, em 2018, e 58% das empresas do Básico, também. Esta é a base para um programa de integridade das empresas”, explica Sidney Ito. Ele apresentou o estudo durante a 66ª Mesa de Debates do ACI Institute. Confira aqui a cobertura do evento.

O ano de 2018 foi o primeiro em que a instrução CVM n° 586 obrigou parte das empresas a divulgar como colocam em prática as orientações do Código Brasileiro de Governança Corporativa, lançado em 2016.

Para ler o estudo na íntegra, clique aqui.

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