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ACI

Governança na prática

ACI Institute analisa primeiros resultados do Informe sobre o Código Brasileiro de Governança Corporativa.

7 de agosto de 2019
Mulher de cabelo longo, usando óculos e roupa social, fala em microfone

O ACI Institute e o Board Leadership Center analisaram os primeiros informes referentes ao ICVM586, que visa mensurar a adesão das companhias ao Código Brasileiro de Governança Corporativa (CGBC). A instrução busca avaliar quais das 54 práticas do Código são adotadas ou não pelas organizações, conforme o modelo chamado de “pratique ou explique” – se a empresa não seguir determinada prática ou seguir apenas parcialmente, deve explicar o motivo.

Há 15 anos, o ACI Institute reforça a importância da governança no país e, pela primeira vez, pode mensurar a adesão ao CBGC por parte de empresas na categoria A da B3 e listadas no IBRX-100 e no IBOVESPA durante o primeiro ano de exercício. 

“Compilamos dados de 107 companhias, das quais 95 tinham obrigatoriamente que divulgar seus informes”, esclarece Fernanda Allegretti, gerente sênior do ACI Institute Brasil.

A análise dos resultados deu origem à publicação Código Brasileiro de Governança Corporativa (ICVM586), que você pode conferir aqui. Dividido em tópicos, o relatório traz dados relacionados a acionistas, conselhos, diretorias, órgãos de fiscalização e controle, ética e conflito de interesses. 

No podcast a seguir, Fernanda Allegretti aborda a importância do relatório e do código e analisa a evolução da governança corporativa no Brasil. Acompanhe!

Práticas mais adotadas do CBGC (incluindo todas as categorias)
- Redação clara das atas do conselho de administração.
- Cargos de CEO e chairman não serem ocupados por uma mesma pessoa.
- Em relação aos acionistas: atas que permitem pleno entendimento da assembleia e trazem a identificação dos votos proferidos pelos acionistas.
- Em relação à ética e a conflito de interesses: regras de governança corporativa que zelam pela separação e definição de funções.
- Em relação à diretoria: inexistência de indicação direta de acionistas para cargos de diretoria ou posições gerenciais.

Práticas menos adotadas do CBGC (incluindo todas as categorias)
- Política de indicação aprovada pelo conselho de administração.
- Em relação à ética e a conflito de interesses: a previsão em política de que o Conselho de Administração é o órgão responsável pela aprovação de desembolsos relacionados a atividades políticas.
- Plano de sucessão para o CEO coordenado pelo chairman.
- O processo de avaliação do Conselho de Administração, seus comitês, membros, presidente, secretário de governança, quando houver.
- Em relação à diretoria: regimento interno da diretoria.

Para acessar o Informe sobre o Código Brasileiro de Governança Corporativa (ICVM586) na íntegra, clique aqui

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