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Os países mais preparados para os veículos autônomos

Estudo apresenta o ranking e critérios para a adoção da tecnologia. Ouça podcast para saber mais.

1 de novembro de 2019
homem de terno, sentado a mesa, e tem um microfone em sua frete, ele está sério, tem olhos puxados e é careca

Os pilares política e legislação, tecnologia e inovação, infraestrutura e aceitação do consumidor foram a base para a nova edição do estudo Índice de Prontidão para o Uso de Veículos Autônomos 2019, produzido pela KPMG.

A segunda edição do estudo traz uma importante contribuição para as projeções de futuro da tecnologia da indústria automotiva e dos consumidores ao comparar o índice de desenvolvimento de 25 países.

O sócio-líder de governo e infraestrutura da KPMG no Brasil, Maurício Endo, destacou o diferencial dos países mais preparados. “São aqueles que despontaram em quesitos de políticas públicas relacionadas à regulação para veículos autônomos, em infraestrutura adequada e também na aceitação do consumidor em relação a essa nova tecnologia”, explica.

A Holanda se destacou como país mais preparado para os veículos autônomos, seguida por Cingapura e Noruega. Os três países receberam alta pontuação no ranking devido à quantidade de estações para recarga dos veículos elétricos, infraestrutura e compreensão dos consumidores.

O Brasil está preparado?

Ocupando o 25º lugar no ranking do estudo, o Brasil precisa avançar nos pilares fundamentais para a adoção dos veículos autônomos. Para Endo, as melhorias devem começar pelo desenvolvimento de uma regulação específica, transitando pelo investimento em projetos e melhorias de infraestrutura.

Ele explica que veículos autônomos exigem vias preparadas para a circulação segura. São necessárias rodovias de qualidade e sinalizadas, internet móvel para a comunicação online que direciona o sentido e estações de abastecimento ao longo de todo o trajeto.

No podcast a seguir, Maurício Endo apresenta os principais impactos da adoção dos veículos autônomos para as indústrias e demais insights do estudo. Ouça!

 

Para acessar o estudo na íntegra, clique aqui.

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