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Healthcare & Life Sciences

Paciente como consumidor?

Novo estudo da KPMG traz reflexões sobre o redesenho dos sistemas de saúde para colocar o paciente no centro.

13 de janeiro de 2020
dois homens ao lado de letreiro da kpmg sorriem

“Nos próximos anos, o setor de serviços de saúde irá enfrentar profundas transformações que impactarão de maneira dramática os seus serviços”, destaca Leonardo Giusti, sócio-líder da prática de saúde da KPMG no Brasil.

As transformações do setor estão detalhadas na nova publicação da KPMG: “Paciente como consumidor?”. Conduzido pelo segmento de Life Sciences com apoio da KPMG Global, o relatório faz parte do projeto Saúde 2030, que contempla uma série de estudos que apresentam novos insights e discussões sobre o setor.

Ao conhecer as práticas globais e locais, o estudo propõe o redesenho dos sistemas de saúde para um modelo clínica e financeiramente sustentável. As mudanças são fundamentais para desenvolver também a geração de valor nos serviços.

As questões demográficas, os modelos tradicionais e a inovação tecnológica são os principais desafios para alcançar o valor em saúde, de acordo com Daniel Greca, sócio-diretor de Healthcare da KPMG no Brasil. “Os desafios de hoje fazem com que o sistema não consiga colocar o paciente no centro para entregar um serviço que reflita as suas preferências como consumidor”, explica.

Pensar no paciente como consumidor é pensar que em outras indústrias ele terá opções para escolher os melhores serviços para suas necessidades, e a saúde também pode oferecer essa personalização.

No podcast a seguir, Leonardo Giusti e Daniel Greca exploram o tema e comentam as possibilidades para o futuro a partir do redesenho dos sistemas. Ouça!

 

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