Você não tem permissão para ver essa notícia

KPMG Live

Gestão de riscos e tecnologia em um cenário desafiador

Confira os debates do último KPMG Live com Luís Navarro e Frank Meylan.

8 de maio de 2020
Quatro homens lado a lado

Nunca se escutou tanto sobre gestão de riscos como agora. A pandemia do novo coronavírus provocou uma ruptura significativa na normalidade, e as empresas precisaram buscar rapidamente ações de contingência para manter os negócios em funcionamento durante a quarentena. A tecnologia tem sido um importante aliado desse processo e será cada vez mais relevante no caminho da retomada das atividades.

Para conversar sobre essas duas vertentes dos negócios, o KPMG Live, o programa da Rádio KPMG Brasil, recebeu Frank Meylan, chief technology officer e líder de Lighthouse, e Luís Navarro, sócio de Gestão de Riscos e de Crises.

Vale destacar: Lighthouse é uma área da KPMG que concentra o desenvolvimento de soluções estratégicas em Data & Analytics, Customer Experience, Cognitive e Inteligência Artificial.

Para Navarro, a gestão de riscos passou a ser mais importante do que os objetivos estratégicos de uma organização. É necessário que as empresas se preparem, pois cada vez mais haverá gatilhos como os provocados pela pandemia.

O sócio comentou que é relevante olhar não apenas para os riscos propriamente do negócio, mas para os de toda monta, em nível global, como financeiros e de saúde, entre outros.

Os apresentadores do programa, Carlos Gatti e André Coutinho, também analisaram os desafios, fragilidades das empresas e a importância da avaliação dos riscos:

Legado digital

Frank Meylan tem acompanhado o papel da tecnologia neste momento de crise e contou as principais dificuldades com que as empresas depararam, desde as mais simples, como a necessidade de prever infraestrutura básica para o trabalho remoto de seus profissionais, às mais complexas, como a questão da segurança cibernética.

O sócio falou sobre diferentes cenários e governança. Ele acredita que esse momento deve deixar um importante legado para as empresas. Segundo Frank, os projetos previstos, de forma geral, para serem executados em alguns anos, como a digitalização do backoffice, ampliação de meios digitais de comunicação com clientes, entre outros, passaram a ser implementados em dois ou três meses.

Seguindo em frente

Para os participantes, o planejamento para a retomada das atividades é fundamental, e a tecnologia deve ter papel importante nesse processo, especialmente na gestão do ambiente e das pessoas.

Ambos concordam que o retorno vai ser gradual e deve ser pensado especialmente nos pilares de pessoas, supply chain e liquidez.

Uma das lições destacadas nesse cenário é a importância de não menosprezar os riscos, até mesmo os mais remotos, que podem se materializar, causando grandes impactos. Confira a última parte do programa:


 

Nenhum ()