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Os bancos em debate no KPMG Live

Saiba como foi o programa com a participação de especialistas no setor de serviços financeiros.

29 de maio de 2020
Quatro homens, em pé, de terno, camisa social e gravato, lado a lado

A pandemia da Covid-19 trouxe impactos para diversos mercados, incluindo os bancos, que viram os investimentos se retraírem.

Para conversar sobre o cenário atual das instituições financeiras, o KPMG Live da última quinta-feira (28), com mediação de André Coutinho e Carlos Gatti, contou com a presença dos especialistas Cláudio Sertório, sócio-líder de Serviços Financeiros, e Lúcio Anacleto, sócio de Risk Consulting da KPMG no Brasil.

Os participantes falaram sobre sua trajetória profissional no setor e introduziram o tema contando como os bancos se estruturaram nos últimos anos, com as instituições sendo supervisionadas pelo Banco Central e com as reduções de operações de investimentos de bancos internacionais. Sertório também destacou a importância dos bancos públicos para o sistema financeiro, assim como dos bancos médios e regionais.

O sócio destacou, ainda, que a KPMG tem estrutura de mais de 600 profissionais dedicados à indústria financeira como um todo. Ouça a primeira parte desse bate-papo:

Maturidade e tecnologia

Lúcio Anacleto ressaltou a solidez e a resiliência dos bancos, que passaram por diversas consolidações ao longo do tempo. Ele destacou a presença do Banco Central, com lucro de liquidez bom comparado ao de outros países, mas que tem sido impactado por outros setores. Ele também citou as variáveis de maturidade de todo o sistema bancário considerando porte e nichos de mercado em que atuam.

Questionado sobre as diferenças entre as crises de 2008 e a atual, Sertório observou que, em 2020, havia um cenário sólido para os bancos antes da pandemia. Por isso, as duas situações não podem ser comparadas. Apesar disso, "a crise atual terá uma extensão muito maior que a anterior, pois afetará todos os setores e geografias, trazendo desafios enormes. É difícil colocar num modelo de avaliação de risco sem ter todos os componentes da extensão do que pode ocorrer", disse. "É uma crise muito forte, mas não é comparável à de 2008", completa.

Os participantes também falaram sobre as fintechs, que trouxeram um movimento importante de transformação digital para todo o sistema bancário e passam agora por sua primeira crise, que vai impactar seu modelo de avaliação de crédito. Por outro lado, analisa Sertório, as fintechs são fundamentais por facilitarem o acesso ao sistema financeiro.

Já Anacleto afirmou que o Banco Central está trazendo flexibilidade para as fintechs em sua regulamentação. Confira mais:

Resiliência operacional

No último bloco do programa, os participantes comentaram sobre como o sistema bancário tem ajudado os empreendedores brasileiros nesse momento de crise.

Considerações sobre os desafios, possíveis estratégias e soluções multidisciplinares podem ser conferidas a seguir:

Continue acompanhando os debates do KPMG Live, às quintas-feiras, às 17h30, na Rádio KPMG Brasil!

 

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