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Consumo e Varejo

Como se preparar para a nova realidade do varejo

Sócios compartilham suas impressões sobre a recuperação do setor.

13 de julho de 2020
notebook com uma pequena cesta de compras em cima dele representando comercio online

Varejistas do mundo todo estão analisando como será a vida após a fase aguda da pandemia causada pelo novo coronavírus. Governos estudam planos de reabertura da economia de forma gradual e com cautela, e a experiência de outros países contribui para construir o melhor caminho neste momento.

Para compartilhar percepções e analisar o panorama atual, Fernando Gambôa, sócio-líder de Consumo e Varejo da KPMG no Brasil e na América do Sul, e Paulo Ferezin, sócio-líder de Varejo da KPMG no Brasil, publicaram um artigo sobre como se preparar para a nova realidade.

Segundo os sócios, já é um fato importante considerar que os consumidores passaram a fazer mais pesquisas online antes de realizar uma compra. O comércio digital cresce, e acredita-se que muitos consumidores não se sentirão confortáveis em frequentar lojas ou estabelecimentos até que um remédio ou vacina para a Covid-19 sejam anunciados.

“Atualmente, a maioria dos economistas concorda que, mesmo na fase de recuperação, os gastos de varejo serão reduzidos significativamente, devido a uma redução do poder de compra, desemprego em alta ou mesmo por cautela frente à aquisição de artigos não essenciais. Nos casos em que o crescimento aumentar, boa parte dele fluirá para os canais digitais”, explica Gambôa.

Os próximos meses podem ser desafiadores para os executivos do setor. “Ter um plano de reabertura na fase de recuperação e se adaptar à nova realidade serão etapas fundamentais para entender e modelar a demanda, examinar modelos de negócios e parcerias, repensar o custo de fazer negócios, demonstrar o propósito e, principalmente, conhecer o cliente”, destaca Ferezin.

Planejamento e adaptação dos modelos de negócio são essenciais para trilhar o caminho da nova realidade. De acordo com os sócios, as evidências indicam que querer voltar para os padrões anteriores pode trazer dificuldades. O momento para agir é agora, e essas decisões moldarão o futuro das empresas que sairão maiores e mais fortalecidas dessa crise.

Para ler o artigo completo, clique aqui.

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